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terça-feira, 10 de abril de 2018

Denatran suspende inspeção veicular que seria obrigatória no Brasil em 2019


Resultado de imagem para GOVERNO SUSPENDE INSPEÇÃO VEICULAR



O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) suspendeu, por tempo indeterminado, a resolução que tornava obrigatória a Inspeção Técnica Veicular (ITV) em todo o Brasil até 31 de dezembro de 2019.
A vistoria faria parte do processo de renovação do licenciamento anual e obtenção do Certificado de Registro e Licenciamento Veicular (CRLV).
A decisão foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (6) e tem como motivação o prazo apertado que os Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) tinham para enviar ao órgão federal o cronograma de realização do procediment.
O início da ITV ainda não estava definido, mas, segundo resolução de novembro de 2017 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), os Detrans deveriam apresentar até 1.º julho o cronograma para a realização da inspeção com as datas por tipo de veículo e final da placa. 
“Estamos sempre atentos às demandas dos Detran’s, que são nossos parceiros na fiscalização das leis de trânsito, e entendemos que esse processo precisa passar por um debate mais aprofundado, para que possamos aplicá-lo da melhor maneira possível, com o mínimo de transtorno à população”, observa Maurício Alves.
A inspeção veicular já consta no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), porém ainda não havia sido regulamentada para o país inteiro.
Pelo CTB, quem descumprir a lei cometeria infração grave, sujeito à multa de R$ 195,23 e retenção do veículo. Além disso, não poderia fazer o licenciamento do carro.

Medidas que não vingaram

A inspeção veicular é mais uma medida do governo que mexeria com a vida de milhões de brasileiros. E entra lista das resoluções revistas, prorrogadas ou canceladas pelo Denatran nos últimos meses. Confira outras decisões anunciadas em que o órgão voltou atrás:

Como seria a inspeção

Segundo o Denatran, as inspeções visam verificar as condições de segurança, e assim evitar acidentes pela falta de manutenção, e de emissões de poluentes dos veículos em circulação no Brasil. Ela engloba ciclomotores, motos, carros, caminhões e ônibus.
Deveria ser feita a cada dois anos para veículos com mais de três anos de uso, caso contrário o proprietário não receberia o licenciamento anual.
A exceção era para os carros novos, de até 7 lugares, que seriam fiscalizados somente após três anos de uso, desde que não passassem por modificações e não se envolvessem em acidentes com danos médios ou graves.
Já para os veículos de frota e empresas (pessoa jurídica), a isenção seria nos dois primeiros anos. Para os veículos de transporte escolar, a obrigatoriedade era a cada seis meses, enquanto que para o de transporte internacional de cargas ou passageiros é anual. Modelos de coleção ou de uso militar estariam isentos da vistoria.
As inspeções seriam feitas pelo próprio Detran, ou empresas credenciadas, com equipamentos aprovados pelo Inmetro. Cada entidade de trânsito estadual ficaria responsável em definir o custo do serviço.

Quais eram as exigências 

A resolução de novembro passado tinha estabelecido critérios que poderiam levar o veículo a ser reprovado na inspeção. 
No primeiro ano, seriam considerados inaptos à circular nas ruas os que apresentarem ‘defeito muito grave' em qualquer lugar, ‘defeito grave' nos freios, pneus, rodas ou nos ‘equipamentos obrigatórios'. 
 Também seriam reprovados os que emitirem mais poluentes e barulho do que o permitido ou que estejam utilizando equipamentos proibidos. 
 A partir do segundo ano, as exigências do programa ficariam maiores. 'Defeito grave' na direção passaria a contar para a reprovação.
No terceiro ano, estariam impedidos de receber o certificado de inspeção todos os veículos que apresentassem ‘defeito muito grave’ ou ‘grave' para os itens de segurança, ou não atendessem os requisitos de emissão de poluentes e ruídos. 
 Os ‘defeitos leves’ observados seriam registrados no documento. E caso o problema se repitisse na próxima vistoria, ele passaria a ser considerado ‘grave’. 
 As regras do Contran, porém, não esclareciam que seriam defeitos muito graves, graves ou leves. 

No caso de reprovação



Caso o veículo fosse reprovado, o proprietário seria informado dos defeitos e orientado a efetuar os reparos necessários. Depois ele poderia realizar uma nova inspeção, sem custo adicional quando feito no mesmo local e dentro dos prazos estabelecidos pelo órgão de trânsito. 

JORNALISTA CARLOS VIANA RECEBE APOIO DO PREFEITO DE BELO HORIZONTE

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PRÉ CANDIDATA A DEPUTADA FEDERAL POR MINAS GERAIS WALKIRIA APPS RECEBE MÁRCIO RODRIGO EM SUA ESCOLA DE IDIOMAS PARA TOMAR CIÊNCIA DAS NESSECIDADES DE BRAÚNAS E REGIÃO

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A EMPRESARIA WALKIRIA APPS COM PROJETOS INOVADORES É PRÉ A CANDIDATA DEPUTADA FEDERAL E RECEBE Márcio Rodrigo EM SUA ESCOLA DE IDIOMAS PARA TOMAR CIÊNCIA DAS NESSECIDADES DE BRAÚNAS E REGIÃO

sexta-feira, 6 de abril de 2018

GUSTAVO PERRELA,Dono de helicóptero apreendido com cocaína vira diretor da CBF


RIO DE JANEIRO
Ex-secretário nacional de futebol, Gustavo Perrella, 34, foi nomeado diretor da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Filho do senador Zezé Perrella (MDB-MG), ex-presidente do Cruzeiro, ele ocupa agora o cargo de diretor de Desenvolvimento e Projetos da entidade nacional.
O dirigente tomou posse na confederação em janeiro, após deixar o cargo que ocupava no governo do presidente Michel Temer.
O ex-deputado estadual ficou conhecido nacionalmente em 2013, quando a Polícia Federal apreendeu um helicóptero de sua empresa com um total de 445 kg de cocaína, no Espírito Santo.
Ele e seu pai foram investigados na ocasião, mas não foram encontrados indícios de autoria criminal dos dois no caso. Por isso, eles não responderam judicialmente.
A nomeação de Gustavo foi feita sem divulgação. A CBF só colocou no seu site o nome do novo dirigente entre os seus diretores na noite desta quarta-feira (4), horas depois de a Folha confirmar a contratação e questionar a ausência do cartola na relação.
Em nota, a CBF disse que a escolha de Gustavo se deu pela sua experiência na condução de programas de desenvolvimento do esporte, mais especificamente o futebol.
A entidade afirmou que o dirigente liderou muitos projetos durante seu período no Ministério do Esporte e também destacou seu trabalho como conselheiro vitalício do Cruzeiro, onde exerceu vários cargos nos departamentos de gestão e de futebol.
Na teoria, o novo diretor seria o elo de ligação entre a entidade e os presidentes das federações estaduais.
Desde a última quarta-feira (4) a Folha tenta entrar em contato com Gustavo, mas não obteve resposta até a conclusão desta edição.
Ele não cumpre expediente na sede da entidade. Outros diretores também não têm a necessidade de trabalhar diariamente no prédio, localizado na barra da Tijuca, zona oeste do Rio.
A diretoria da CBF conta também com presidentes de federações e outros políticos.
Em 2016, o pai de Gustavo foi um dos principais articuladores políticos para que a CPI do Futebol do Senado encerrasse suas atividades sem nenhum pedido oficial de indiciamento e sem apontar culpados. A comissão investigava contratos e negociações da CBF e seus dirigentes.
O trabalho teve início após José Maria Marin, ex-presidente da entidade, ser preso na Suíça. Marin, Marco Del Nero e Ricardo Teixeira, que dirigiu a CBF por mais de duas décadas, foram acusados de receber propina na venda de direitos de transmissão.
Último presidente eleito da CBF, Del Nero está suspenso pela Fifa. Ele deve ser banido do esporte neste mês por causa das acusações do FBI.
Apesar de ter sido escolhido por Del Nero, Gustavo deverá ser mantido na nova diretoria de Rogério Caboclo, que assumirá a confederação a partir de abril de 2019.
No próximo dia 17, os presidentes de federações e os clubes das Séries A e B do Brasileiro vão eleger o próximo presidente da entidade. Homem de confiança de Del Nero, Caboclo é o candidato único. Diretor Executivo de Gestão da confederação, ele tem o apoio de 27 federações e da maioria dos clubes.
Formado em administração de empresa, Gustavo foi eleito em 2010 deputado estadual em Minas Gerais, com 82.864 votos. Quatro anos depois, ele se candidatou a deputado federal pelo mesmo estado, mas não se elegeu.
RÉU
Gustavo é réu em dois processos na Justiça —um por uso de dinheiro público para fins pessoais e outro pela criação de um cargo fantasma. As ações correm ainda na primeira instância do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
Segundo a primeira acusação, o diretor da CBF seria responsável por desvios de cerca de R$ 15 mil dos cofres públicos para abastecer o helicóptero da empresa da sua família com verba indenizatória da Assembleia durante o seu mandato de deputado.
Ele também é acusado de criar um cargo fantasma para o piloto preso na operação da Polícia Federal em 2013.
Em depoimento a promotores, Rogério Antunes disse que nunca prestou serviço para a Assembleia de Minas Gerais e que sua função era pilotar o helicóptero em viagens até a praia, chácaras de amigos, fazenda da família e compromissos políticos.
Antunes foi nomeado em março de 2013 e só foi exonerado em 25 de novembro de 2013, um dia depois da apreensão da aeronave pela PF.
MAIS DOIS POLÍTICOS
Antes da entrada de Gustavo Perrella, a CBF já contava com políticos na atual diretoria. Dois deputados federais foram nomeados para cargos na confederação por Marco Polo Del Nero no início do seu mandato.
Vicente Cândido (PT-SP) é diretor de Assuntos Internacionais da entidade. Já Marcelo Aro (PHS-MG) está na sua segunda diretoria na gestão de Del Nero.
Aro é diretor de Relações Institucionais. Antes, ocupava o cargo de diretor de Ética e Transparência da CBF.
Apesar do cargo, Aro se recusou a abrir processo contra o presidente da CBF ou contra os ex-comandantes da entidade (José Maria Marin e Ricardo Teixeira) denunciados pelo FBI por corrupção.
A família de Aro tem influência no futebol mineiro há décadas. Seu avô, seu pai e seu tio comandaram a federação local. Em 2004, seu tio, Elmer, teve o mandato cassado. Durante a CPI do Futebol, realizada em 2001, no Senado, Elmer, que já morreu, admitiu sonegar impostos e praticar o nepotismo na entidade.
Já Cândido é um antigo companheiro de Del Nero. Os dois foram sócios num escritório de advocacia em São Paulo. Em 2016, o petista admitiu que recebia da entidade quase o mesmo salário que ganhava como deputado —cerca de R$ 33 mil.
Cândido alegou que era legítimo receber salário da CBF e “defender os interesses do esporte” em Brasília. Na ocasião, Del Nero era investigado pelo FBI, pela Fifa e por duas CPIs —uma na Câmara dos Deputados e outra no Senado.
No mesmo ano, Cândido e Aro lideraram a bancada da bola, que extinguiu a CPI da Máfia do Futebol, instalada para investigar denúncias contra dirigentes envolvidos no escândalo da Fifa. A comissão durou apenas três meses e teve o pedido de prorrogação barrado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia.
A CBF também tem um deputado federal entre os seus quatro vices. É Marcus Vicente (PP-ES), que também comandou a federação capixaba de futebol.

LULA DEVE SER PRESO AINDA HOJE



EX PRESIDENTE LULA DEVE SER PRESO AINDA HOJE . DECISÃO DO JUIZ SÉRGIO MORO DEU UM PRAZO DE ATÉ AS 17 HORAS PARA ELE SE ENTREGAR NA SEDE DA POLÍCIA FEDERAL EM CURITIBA ONDE DEVE FICAR PRESO EM UMA SALA , LULA DEVERÁ FICAR SEPARADAMENTE DOS OUTROS PRESOS PARA SEGURANÇA DELE, A LEI É IGUAL PARA TODOS MAS O CASO PODE ACABAR EM VÁRIOS CONFRONTOS E PODE ACABAR EM TRÁGICA POIS PARTIDARIOS
DO PTISTA PROMETEM UMA SÉRIE DE PROTESTOS E IVASOES DE ÓRGÃOS PÚBLICOS.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

No Caminho, com Maiakóvski

MÁRCIO RODRIGO RESOLVE A FALTA DE REMÉDIOS EM BRAÚNAS MG

Nenhum texto alternativo automático disponível.







Atendendo a um Pedido de Márcio Rodrigo o Ministerio Publico exige o fim da falta de medicamentos para distribuição Gratuita na farmacia Publica da Prefeitura de Braúnas com a intervenção do Ministerio Publico a pedido de Márcio Rodrigo os Pacientes devem voltar a Encontra os medicamentos na Farmacia da Prefeitura Gratuitamente

Márcio Rodrigo
O Povo de Braúnas Não Esta Só!!!